26 anos de impacto educacional. Faltava ampliar a presença no debate público.
O Instituto Brasil Solidário já desenvolvia iniciativas de educação financeira em escolas públicas por meio do projeto Jogar e Aprender e dos jogos da família PIC$. Apesar do alcance de sua metodologia, o impacto ainda não se refletia plenamente em sua presença no debate nacional.
Quando a SI assumiu a assessoria, em janeiro de 2026, o desafio era posicionar o IBS como uma referência em educação financeira e educação pública.
De uma instituição reconhecida por sua atuação a uma voz de referência no setor.
Eu destacaria os três pilares estratégicos que aparecem no material:
01 - Posicionamento nacional
Ampliar a presença de Luís Salvatore, fundador do IBS, nos grandes debates sobre educação financeira e educação pública.
02 - Relevância local
Transformar projetos e questões de cada território em pautas de interesse público, conectando dados, histórias e experiências reais.
03 - Autoridade editorial
Construir narrativas, artigos assinados e oportunidades de entrevista para fazer as ideias do IBS circularem para além de suas próprias iniciativas.
inserções na imprensa em 2026
inserções em veículos Tier 1
em valor editorial estimado
Uma pauta que antecipou um debate nacional
O material destaca que o debate sobre misoginia digital ultrapassou o ciclo da imprensa e passou a dialogar com uma discussão legislativa mais ampla, incluindo o PL da Misoginia.
Essa é uma informação muito forte porque transforma o case de:
“fizemos uma campanha que teve mídia”
em:
“criamos uma pauta que participou de uma conversa maior da sociedade.”